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Na onda de Moana, 6 live-actions no streaming

Por Diário de Goiânia · · 2 min de leitura

O live-action de "Moana", lançado na semana passada pela Disney, não teve bom desempenho nas bilheterias mundiais. O filme adapta a animação infantil de 2016, mas a versão com atores reais, estrelada por Catherine Laga'aia, não atraiu o público.

Nos últimos 20 anos, a Disney tem produzido vários live-actions, muitos deles sucessos de bilheteria como "A Bela e a Fera" (2017) e "Lilo e Stitch" (2025). No entanto, poucos agradaram aos fãs e à crítica especializada.

"O Grinch" (2000) - O personagem de Dr. Seuss, que ganhou um curta animado em 1966, foi eternizado por Jim Carrey. O filme de Ron Howard venceu o Oscar de maquiagem no ano seguinte. Os cenários físicos da Quemlândia superam muitas produções atuais feitas apenas por computação gráfica.

"Scooby-Doo" (2002) - Diferente dos live-actions atuais, essa adaptação não levou a si mesma a sério. Com cores vibrantes e figurinos excêntricos, o filme se tornou um culto pelo humor absurdo. O cachorro Scooby foi recriado com computação gráfica da época, hoje considerada ultrapassada.

"Peter Pan" (2003) - A produção de P. J. Hogan recriou a Terra do Nunca em estúdio, mantendo as raízes teatrais da história de J. M. Barrie. O filme desenvolve o romance entre Peter (Jeremy Sumpter) e Wendy (Rachel Hurd-Wood) e explora a melancolia do menino que não quer crescer.

"Speed Racer" (2008) - Dirigido pelas irmãs Wachowski, o filme retorna às origens do mangá japonês. Os efeitos especiais vibrantes e caóticos parecem ter saído das páginas dos quadrinhos. Hoje, a produção é considerada precursora da estética digital no cinema.

"Christopher Robin" (2018) - Diferente de outros live-actions, essa história do Ursinho Pooh focou no desenvolvimento emocional. Os animais mantêm a aparência de brinquedos de pelúcia. Um Christopher Robin adulto e desiludido reencontra Pooh e passa por uma crise existencial.

"Cruella" (2021) - Emma Stone interpreta a vilã de "101 Dálmatas". O filme reinventa a personagem como uma estilista na Londres punk dos anos 1970, dando profundidade emocional a uma das megeras mais famosas do estúdio.

O que está chegando

"Heartstopper para Sempre" (2026) - O filme encerra a série na Netflix. A turma começa um novo ano no Colégio Truham, e o relacionamento de Nick (Kit Connor) e Charlie (Joe Locke) se aprofunda.

"Undertone" (2026) - Na HBO Max, uma apresentadora de podcast paranormal cuida da mãe doente e recebe áudios anônimos que deterioram sua sanidade.

"Nada Entre Nós" (2026) - Comédia romântica na HBO Max com Gael García Bernal e Natalia Oreiro. Executivos se conectam em um encontro corporativo, colocando em risco suas vidas familiares.

"Elize: Sombras de Uma Mulher" (2026) - Na Netflix, filme com Lorena Comparato e Henrique Kimura, inspirado no caso de Elize Matsunaga, que matou e esquartejou o marido.

Veja antes que seja tarde

"A Cor Púrpura" (2023) - Musical baseado no romance de Alice Walker, disponível na Netflix até 25 de julho. A história acompanha Celie (Fantasia Barrino), mulher negra que supera traumas com apoio de uma irmandade feminina.

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