Ambev, Bradesco, Vale: ações para acompanhar hoje
A Ambev (ABEV3) reportou lucro líquido de R$ 3,47 bilhões no segundo trimestre, alta de 24,5% em relação ao mesmo período de 2025. O lucro líquido ajustado cresceu 23,3%, impulsionado pelo aumento do EBITDA e pela redução das despesas financeiras líquidas.
A Motiva (MOTV3) teve lucro líquido ajustado de R$ 663 milhões no segundo trimestre, alta de 67% na mesma base de comparação. O Ebitda ajustado foi de R$ 2,37 bilhões, crescimento de 30,1%, com margem de 65,3%.
A Intelbras (INTB3) registrou lucro líquido de R$ 158,3 milhões no segundo trimestre, alta de 16,1% ante o mesmo período de 2025 e avanço de 3,4% em relação ao trimestre anterior.
A Profarma (PFRM3) informou lucro líquido ajustado de R$ 31,7 milhões no segundo trimestre de 2026, contra R$ 25,6 milhões no mesmo período de 2025.
A Alliança Saúde (AALR3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 48,9 milhões no quarto trimestre, quase o dobro do prejuízo de R$ 27,8 milhões registrado no mesmo período de 2024.
O Bradesco (BBDC4) anunciou que seu conselho de administração aprovou um aumento de capital de até R$ 10 bilhões, com compromisso de subscrição de até R$ 8 bilhões pelos controladores.
A TAESA (TAEE3; TAEE4; TAEE11) informou que energizou o segundo banco de autotransformadores da subestação Assis, em São Paulo. Com a operação, a companhia passa a receber uma Receita Anual Permitida (RAP) adicional de cerca de R$ 19 milhões no ciclo tarifário 2026-2027, com efeitos retroativos a 23 de julho de 2026. O valor é provisório e será revisado na Revisão Tarifária Periódica prevista para 2029.
A Gafisa (GFSA3) informou que a Fator Capital passou a deter 7.513.150 ações ordinárias, equivalentes a 4,77% do capital social da companhia. A gestora afirmou que a participação tem caráter exclusivo de investimento, sem intenção de alterar o controle acionário ou a administração da empresa.
A Equatorial (EQTL3) registrou crescimento de 4,7% na energia injetada bruta de suas distribuidoras no trimestre, impulsionado pelos segmentos residencial, comercial, poder público e rural. O Mercado Fio B avançou 4,2%, com destaque para Pará (+6,2%), Amapá (+6,1%), Goiás (+5,6%), Maranhão (+5,3%) e Rio Grande do Sul (+4,3%). A companhia destacou que Alagoas teve impacto negativo devido a mudanças na contabilização do faturamento de clientes livres.