Advogado com nanismo desiste de recurso para delegado
Um advogado com nanismo que foi reprovado em um concurso para delegado em Goiás não entrará com um novo recurso contra o resultado. A informação foi confirmada pela defesa do profissional.
O advogado Flávio Britto, que representa o cliente, informou que ele não voltará a se manifestar publicamente sobre o caso. Atualmente, o profissional está focado na preparação para outros concursos públicos.
O caso ganhou repercussão após a reprovação do candidato, que alegou ter sido discriminado devido à sua condição física. A decisão de não recorrer novamente encerra essa etapa do processo seletivo.
Outros destaques do noticiário
A Caixa Econômica Federal adiou os sorteios das loterias por causa do jogo da seleção brasileira. A informação foi divulgada nesta quarta-feira.
No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou ter "observado" o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a reunião do G7. Trump classificou o brasileiro como "muito volátil". A declaração foi feita em meio a discussões sobre a relação entre os dois países.
Empresas dos Estados Unidos afirmam que o Brasil é "insubstituível" e tentam barrar a taxa de 25% imposta por Trump sobre produtos brasileiros. O tarifaço tem gerado reações no setor econômico americano.
Na Bahia, um servidor público que amputou o próprio pé alegou que perdeu o membro em um sequestro. O caso ocorreu em Feira de Santana e está sendo investigado pela polícia.
No Paraná, um médico foi preso após colocar cama, guarda-roupas e televisão em um centro cirúrgico. Imagens do local foram divulgadas pela imprensa local.
Na Bolívia, o presidente decretou estado de emergência após 50 dias de protestos no país. A medida busca conter a crise política e social que afeta a região.