03/06/2026
Diário de Goiânia»Notícias»Helicóptero da polícia vira diversão para crianças em Campo Grande

Helicóptero da polícia vira diversão para crianças em Campo Grande

Durante uma operação policial em Campo Grande, o helicóptero usado para sobrevoar bairros em busca de suspeitos pousou na Praça do Flamboyant e virou atração para crianças e moradores. O cenário de ação rendeu fotos e vídeos. A movimentação ocorreu durante a Operação Eris, deflagrada para cumprir mandados contra um núcleo feminino do PCC (Primeiro Comando da Capital) em Mato Grosso do Sul e outros três estados.

Dois meses depois de Marcelo Miglioli deixar a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), o deputado estadual Jamilson Name ainda despacha indicações como se nada tivesse mudado. Em documento protocolado nesta segunda-feira (2), o parlamentar pede a troca de lâmpadas no Bairro Coophavila e endereça o expediente ao ex-secretário, que deixou o cargo em abril para disputar as eleições. Em tempos de internet, a gafe chama mais atenção do que o próprio pedido.

O deslize fica ainda mais evidente porque a Sisep passou longe de ser uma secretaria discreta nos últimos meses. Entre mudanças no comando da pasta, turbulências administrativas e operações que atingiram nomes ligados à estrutura da secretaria, o assunto esteve constantemente no noticiário. Mesmo assim, a indicação chegou ao destinatário errado, como se o calendário tivesse parado há 60 dias.

O vereador Ademar Vieira Junior, o Junior Coringa (MDB), afirmou que a concessionária de transporte pode perder ainda mais passageiros se a frota continuar nas condições atuais. Durante a audiência pública sobre o transporte coletivo, ele citou reclamações de usuários e problemas de acessibilidade. “Tem gente que vai ao meu gabinete e diz que, de uma hora para outra, a linha simplesmente some. O cadeirante vai pegar o ônibus e o elevador não funciona. Vi um ônibus pegando fogo e parei para tentar ajudar o motorista”, relatou.

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul cobrou em Mundo Novo que a Câmara altere lei e reconheça como efetivos cargos técnicos atualmente preenchidos por comissionados, como a chefia de licitações e compras, e faça o preenchimento por concurso. A necessidade de regularização envolve ainda cargos de assessorias jurídica e contábil. O promotor Fábio Adalberto Morais pontua que a permanência de comissionados só pode ser admitida de forma emergencial e limitada.

O MP também entrou com recurso contra uma decisão que dava liberdade total à Prefeitura de Bela Vista para gastar, contratar pessoal e alugar imóvel para um abrigo de idosos. O MPMS pede que, mesmo em situação de urgência, a administração siga regras claras para contratar, alugar e usar o dinheiro público, garantindo fiscalização e transparência. Também quer que a transferência dos idosos seja feita só após vistoria do novo local.

A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) recebeu R$ 13,8 milhões do SUS (Sistema Único de Saúde) para custear ações da saúde municipal em Campo Grande. A notificação foi publicada nesta terça-feira e informa que os recursos foram repassados pelo FNS (Fundo Nacional de Saúde). A maior parte do dinheiro vai para serviços da atenção básica, como equipes de saúde da família, agentes comunitários, agentes de combate às endemias e saúde bucal.

O governo federal criou um programa para melhorar estradas rurais pelo país. O Proner (Programa Nacional de Estradas Rurais), instituído pelo Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), prevê apoio a Estados, municípios e consórcios para abrir, recuperar e manter estradas vicinais, usadas no escoamento da produção e no acesso de comunidades rurais a serviços básicos. A ideia é reduzir custos do agro, evitar perdas e garantir tráfego o ano inteiro.

Em uma lista com 155 menções de aplausos a fazedores de cultura de vários cantos do país, Mato Grosso do Sul não foi citado. A moção publicada pelo MinC (Ministério da Cultura) reconhece artistas, coletivos, grupos tradicionais e agentes culturais pela contribuição à cultura brasileira, mas não traz nenhum nome ou entidade identificados como sendo de MS. No documento, aparecem referências a cidades do Maranhão, Bahia e Minas Gerais.