09/02/2026
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Sargento da Rotam morre em Aparecida de Goiânia; legado de herói

O sargento da Rotam (Ronda Ostensiva Tática Metropolitana) que faleceu em Aparecida de Goiânia foi descrito por amigos e familiares como um verdadeiro “super-herói de farda”. A perda do policial, que dedicou sua vida à proteção da sociedade, deixou um vazio profundo na comunidade e entre os colegas de trabalho.

Identificado como um profissional exemplar e admirado, o sargento tinha um forte laço com sua família, especialmente com seus netos, sendo carinhosamente chamado de “avô babão”. Este apelido reflete não apenas seu amor pelos netos, mas também a imagem de um homem gentil e atencioso, que equilibrava a rigidez da profissão com a ternura do convívio familiar.

A morte do sargento ocorreu durante uma ação policial, o que gerou uma onda de homenagens nas redes sociais. Amigos e colegas de farda compartilharam suas memórias e experiências ao lado dele, ressaltando seu comprometimento e bravura no cumprimento do dever. A figura do sargento vai além do uniforme; ele era uma inspiração para muitos, um exemplo de dedicação e coragem.

Em um momento de dor, a comunidade se uniu para prestar suas últimas homenagens. O sepultamento foi marcado por discursos emocionantes que destacaram não apenas as conquistas profissionais do sargento, mas também suas qualidades pessoais. A presença de colegas e cidadãos comuns no funeral testemunhou o impacto que ele teve na vida de tantas pessoas.

Além de seu papel como policial, o sargento também era um fervoroso defensor dos direitos da criança e do adolescente, participando de diversas iniciativas voltadas à promoção da segurança e bem-estar dos jovens. Sua preocupação com a nova geração demonstrava um compromisso que ia além do serviço policial, refletindo um verdadeiro desejo de fazer a diferença.

A morte trágica do sargento também levanta questões importantes sobre a segurança pública e os desafios enfrentados pelos profissionais que atuam na linha de frente. É um lembrete da vulnerabilidade desses heróis, que muitas vezes colocam suas vidas em risco para proteger a sociedade. A coragem demonstrada por ele e seus colegas deve ser respeitada e reconhecida, não apenas em momentos de tragédia, mas todos os dias.

Por fim, a lembrança do sargento da Rotam deve servir como um apelo à valorização dos profissionais de segurança pública. É fundamental que a sociedade reconheça e apoie aqueles que dedicam suas vidas à proteção do próximo, garantindo não apenas a segurança, mas também o respeito e a dignidade que esses verdadeiros heróis merecem.