Quatro pessoas foram presas após invadirem a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de uma Unidade de Pronto Atendimento em Goiânia. A invasão foi realizada por três homens e uma mulher, que buscavam confrontar o médico responsável pelo atendimento dos pacientes em estado crítico. Durante a abordagem, um dos invasores tentou intimidar o profissional de saúde.
No momento da invasão, a UTI estava recebendo cuidados de quatro pacientes em estado grave. Destes, dois estavam entubados e precisavam de assistência médica intensiva e contínua. A situação gerou tumulto e desordem no ambiente hospitalar, colocando em risco não apenas os pacientes, mas também a equipe médica que trabalhava na unidade.
A Guarda Civil Metropolitana, que realizava patrulhamento nas proximidades, foi chamada rapidamente para controlar a situação. Os agentes conseguiram conter os invasores e realizar as prisões. Cada uma das quatro pessoas detidas teve a fiança estipulada em R$ 7.000, mas nenhuma delas pagou a quantia e, por isso, permaneceram sob custódia, aguardando uma decisão da Justiça.
A invasão gerou preocupação em relação à segurança dos ambientes hospitalares, que devem ser lugares de cuidado e proteção. A atuação rápida das autoridades foi crucial para restabelecer a ordem e garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais de saúde.