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MS é 7º do Brasil em taxa de ensino superior

Por Diário de Goiânia · · 2 min de leitura
MS é 7º do Brasil em taxa de ensino superior
Profissionais já formados fazem curso em sala de aula da UFMS (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Mato Grosso do Sul ocupa a sétima posição entre os estados brasileiros com a maior taxa de pessoas com ensino superior. De acordo com a PNAD Contínua Educação, divulgada na sexta-feira (19) pelo IBGE, 23,1% da população com 25 anos ou mais no Estado possuía diploma universitário em 2025. Esse percentual representa cerca de 426 mil pessoas em um universo de 2.756.700 habitantes.

A pesquisa compara os resultados com os de 2016, quando a taxa era de 14,5% no Estado. Houve um avanço de 8,6 pontos percentuais no período. Em relação às outras unidades federativas, Mato Grosso do Sul fica atrás do Amapá (23,6%) e à frente do Paraná (22,9%). O maior percentual foi registrado no Distrito Federal (41,3%), enquanto o menor ocorreu no Maranhão (12,9%).

Os dados mostram que pretos e pardos continuam em menor número no ensino superior. Entre eles, 17,2% tinham diploma, enquanto entre pessoas autodeclaradas brancas esse percentual era de 31%. A maior parte da população de 25 anos ou mais se concentrava nas faixas intermediárias de escolaridade. Em 2025, 27,5% tinham ensino médio completo ou equivalente. Nesse grupo, o índice era de 26,4% entre brancos e de 28,3% entre pretos ou pardos.

Houve redução no percentual de pessoas com ensino fundamental incompleto ou equivalente. O índice caiu de 28% em 2024 para 27,6% em 2025. A queda foi mais visível entre pessoas brancas, de 24% para 23,9%, enquanto entre pretas ou pardas passou de 30,9% para 30,4%. Na ponta de menor escolaridade, o percentual de pessoas sem instrução subiu de 3,9% para 4,7% no período. Entre brancos, passou de 2,8% para 3,7%. Entre pretos ou pardos, foi de 4,8% para 5,3%.

Já o ensino fundamental completo teve pequena queda, de 7,3% para 7%. O ensino médio incompleto subiu de 4,9% para 5,7%, enquanto o superior incompleto caiu de 5,3% para 4,4%.

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