Greve na Educação de Goiânia afeta CMEIs a partir de terça
Os servidores da Educação de Goiânia aprovaram, em assembleia, a deflagração de greve da categoria a partir desta terça-feira, dia 11. A decisão afeta diretamente o funcionamento dos Centros Municipais de Educação Infantil (CMEIs), que já operam de forma parcial na capital.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Rede Pública Municipal de Goiânia (Sintego), a paralisação atinge professores, auxiliares e demais profissionais da área. A categoria reivindica o cumprimento do piso salarial nacional do magistério e a recomposição das perdas salariais acumuladas nos últimos anos.
A gestão municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação, informou que foi notificada sobre a decisão da assembleia e que está avaliando as medidas legais cabíveis. A pasta também afirmou que busca manter o diálogo com os representantes dos trabalhadores para minimizar os impactos da paralisação na rede de ensino.
Com a greve, pais e responsáveis por alunos dos CMEIs relatam dificuldades para conciliar o trabalho com a ausência de aulas. Muitas unidades funcionam com equipes reduzidas, atendendo apenas parte das turmas. A orientação da secretaria é que os pais acompanhem os comunicados oficiais de cada unidade escolar sobre o funcionamento durante o período de paralisação.
A categoria promete novas assembleias para avaliar os rumos do movimento e possíveis propostas de negociação apresentadas pela prefeitura. Enquanto isso, a expectativa é de que a greve continue até que haja um acordo sobre as reivindicações salariais e de condições de trabalho na rede municipal de ensino.
