Artista plástico morre em Goiânia: legado em esculturas e design
O artista plástico que faleceu em Goiânia teve uma carreira marcada por múltiplas habilidades. Ele atuou como escultor, cenógrafo e designer de móveis, deixando um legado de dedicação à produção cultural. Segundo amigos e colegas, o artista "trabalhava pela arte", demonstrando comprometimento com suas criações até o fim.
A morte ocorreu na capital goiana, onde ele residia e mantinha seu ateliê. A informação foi confirmada por pessoas próximas ao artista, que lamentaram a perda. Ainda não há detalhes sobre velório e sepultamento, que devem ser divulgados pela família nos próximos dias.
Natural de Goiás, o artista construiu uma trajetória reconhecida no cenário local. Suas obras transitavam entre a escultura, a cenografia e o design de móveis, áreas em que deixou contribuições originais. Ele participou de exposições e projetos culturais na região, sendo lembrado pela versatilidade e pela paixão com que conduzia cada trabalho.
No design de móveis, ele unia funcionalidade e estética, criando peças que chamavam a atenção pela autenticidade. Como cenógrafo, colaborou com montagens teatrais e eventos, imprimindo seu olhar artístico nos palcos. Na escultura, explorava materiais diversos e formas que refletiam sua sensibilidade.
Amigos relatam que ele vivia intensamente a arte, muitas vezes dedicando horas seguidas ao ateliê. A notícia da morte gerou comoção entre artistas e admiradores do trabalho dele. Redes sociais foram usadas para homenagens e mensagens de pesar.
A produção do artista permanece como referência para novos talentos. O acervo deixado por ele deve ser preservado pela família e por instituições culturais interessadas em manter viva a memória de quem dedicou a vida à expressão artística.
