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Rubio convoca 65 países contra ‘terrorismo político de esquerda’

Por Diário de Goiânia · · 2 min de leitura

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, convocou uma reunião sobre o que chamou de "terrorismo político de extrema-esquerda" com representantes de 65 países. O encontro foi anunciado para discutir ações coordenadas contra esse tipo de ameaça.

A iniciativa de Rubio busca engajar outras nações no combate a grupos identificados como de extrema-esquerda, incluindo o movimento antifa. A medida, no entanto, enfrenta resistência de alguns aliados, que demonstraram desconforto com a abordagem proposta pelos Estados Unidos.

De acordo com informações divulgadas, a reunião pretende estabelecer uma estratégia conjunta para enfrentar o que o governo americano classifica como uma ameaça terrorista. A decisão de Rubio marca uma mudança no foco das políticas de contraterrorismo do país, que tradicionalmente se concentravam em ameaças de origem islâmica.

O movimento do secretário de Estado ocorre em meio a um debate sobre a definição de terrorismo e a aplicação de medidas contra grupos políticos internos. A resistência de alguns aliados sugere que a proposta americana pode não ser adotada de forma ampla, gerando divergências na comunidade internacional.

A reunião com representantes de 65 países está prevista para ocorrer nos próximos dias, com o objetivo de alinhar posições e discutir possíveis ações conjuntas. A iniciativa de Rubio reflete a prioridade do governo americano em combater o que considera serem ameaças de extrema-esquerda, tanto em território nacional quanto no exterior.

Resistência de aliados

Enquanto Rubio tenta recrutar outras nações para a luta contra o antifa, alguns aliados recuam. A proposta americana gerou controvérsia, com países questionando a definição de "terrorismo político de extrema-esquerda" e as implicações de adotar uma postura mais dura contra esses grupos. A falta de consenso pode limitar o alcance da iniciativa americana.

A discussão sobre o contraterrorismo nos Estados Unidos passa por uma "virada à esquerda", segundo analistas. O foco em grupos de extrema-esquerda representa uma mudança significativa nas prioridades de segurança nacional, que antes se concentravam principalmente em ameaças jihadistas. Essa nova abordagem tem gerado debates sobre a eficácia e as consequências de expandir a definição de terrorismo para incluir movimentos políticos domésticos.

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