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Facundo Medina: de catador a titular en el Mundial 2026

Por Diário de Goiânia · · 2 min de leitura

O Mundial costuma trazer histórias de superação, e a de Facundo Medina é uma delas. Aos 27 anos, o defensor foi titular na estreia da Seleção Argentina no Mundial de 2026, substituindo Nicolás Tagliafico, que se lesionou. Antes de vestir a camisa albiceleste, sua realidade era bem diferente.

Nascido em Villa Fiorito, mesmo bairro de Diego Maradona, Medina passou parte da infância trabalhando com a família como catador de papelão para ajudar nas despesas de casa. Em entrevistas, ele contou que desde pequeno acompanhava os familiares para coletar papelão nas ruas. "Íamos de segunda a sexta, era um trabalho familiar. Para comer a gente tinha, mas precisava ralar", disse ele.

Medina fez grande parte da sua formação nas divisões de base do River Plate. Chegou a ser promovido e participou de um amistoso com o time profissional, mas nunca estreou oficialmente pelo clube. Em 2018, foi para o Talleres de Córdoba, onde encontrou espaço para crescer e se firmar na primeira divisão. Foi lá que ele desenvolveu sua versatilidade para atuar como lateral ou zagueiro.

O bom desempenho no Talleres chamou a atenção do futebol europeu. Em 2020, foi transferido para o Racing Club de Lens, da França, onde virou uma das figuras do time. Depois, foi para o Olympique de Marsella, um dos principais clubes da Ligue 1. Com o rendimento constante, Lionel Scaloni passou a convocá-lo para a Seleção Argentina. Desde a estreia contra a Bolívia em 2020, Medina ganhou experiência e se tornou uma opção confiável para a defesa.

Oportunidade no Mundial 2026

A lesão de Nicolás Tagliafico abriu uma porta inesperada. Scaloni escalou Medina como lateral esquerdo na estreia da Argentina, confiando na sua capacidade de se adaptar a diferentes funções. Para o jogador, a titularidade foi a confirmação de uma trajetória de sacrifício e trabalho. Ao ser convocado, ele publicou nas redes sociais: "Nunca parem de sonhar, por favor".

Em outra notícia relacionada ao Mundial, o árbitro que fez história com uma regra inédita agora dirige a Seleção Argentina. A informação é sobre um profissional que aplicou uma regra nunca antes vista em campo e, posteriormente, foi escalado para apitar partidas da equipe argentina na competição.

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