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Artilheiro da NZ na Copa pede para ser esquecido

Por Diário de Goiânia · · 2 min de leitura

O atacante Elijah Just, artilheiro da Nova Zelândia na Copa do Mundo, revelou que torce para ser esquecido. Com dois gols no torneio, o jogador espera que a presença do país em Copas futuras se torne mais constante. A Nova Zelândia ainda tem chances de classificação e enfrenta a Bélgica pelo Grupo G.

Em outra partida da competição, a seleção do Irã vive uma trajetória de superação. Da quase desistência à chance de classificação inédita, a equipe iraniana chega à última rodada da fase de grupos com possibilidade de avançar pela primeira vez na história.

O Japão, por sua vez, enfrentará o Brasil no mata-mata depois de "bater na trave" em duas edições anteriores. As seleções foram eliminadas por Bélgica e Croácia nas Copas de 2018 e 2022. Nas redes sociais, a definição do confronto gerou reações que incluíram referências a Suzuki, animes e medo. Outro nome lembrado foi Zico, que foi técnico da seleção japonesa de 2002 a 2006, conquistando a Copa da Ásia de 2004 e a classificação para a Copa do Mundo de 2006.

A eficiência ofensiva é apontada como ponto forte do Japão na Copa do Mundo de 2026. Os japoneses marcaram um gol a cada 3,71 finalizações. Kamada e Ueda têm expectativa de gols acima da média, e Junya Ito é peça fundamental na bola parada.

Enquanto isso, os jogadores da Seleção Brasileira aproveitaram a folga depois da vitória contra a Escócia. Marquinhos e Paquetá curtiram piscina com os filhos, e o autor de um dos gols, Cunha, passeou em um parque com a família.

Após a definição de Brasil x Japão na Copa, os japoneses fizeram festa nas ruas de Tóquio. De forma organizada por policiais, a torcida fechou o cruzamento de Shibuya, na capital do país, após a classificação para o mata-mata, onde o time enfrentará o Brasil na segunda-feira, às 14h (de Brasília).

A mãe do treinador argentino Beccacece rebateu críticas da torcida do Equador após a vaga. Ela e a esposa do técnico viveram clima de tensão nas arquibancadas dos EUA e cobraram reconhecimento do povo equatoriano após a virada sobre a Alemanha.

O atacante Oyarzabal, com raiz na natação e formação universitária, se tornou um amuleto da Espanha. Autor de dois gols na primeira vitória do time na Copa, ele foi decisivo para os títulos da Eurocopa e da Liga das Nações com o atual treinador.

Por fim, o atacante da Costa do Marfim Nicolas Pépé, do Villarreal, foi eleito o Craque do Cartola no dia #15 da Copa do Mundo da FIFA. Ele marcou os dois gols dos marfinenses contra Curaçao.

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