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26 Memórias Inesquecíveis da Copa 2026

Por Diário de Goiânia · · 3 min de leitura

O atacante Erling Haaland, da Noruega, foi um dos grandes destaques da Copa do Mundo de 2026, não só pelos gols, mas também por sua presença nas redes sociais. Em um dos momentos mais comentados, ele perseguiu o goleiro do Iraque, Jalal Hassan, para marcar seu segundo gol no torneio, originando um vídeo viral no Instagram que brinca com o medo de ser perseguido pelo jogador em alta velocidade. Além disso, Haaland foi visto carregando seu guaxinim de pelúcia e publicando stories no Snapchat, consolidando sua imagem como fenômeno da internet.

A torcida da Escócia também deixou sua marca nos Estados Unidos. Após 28 anos, os escoceses retornaram a uma Copa do Mundo e tomaram conta de Boston, enchendo o Fenway Park com cantos e esvaziando os bares da cidade. A "Tartan Army" coroou estátuas famosas da cidade com cones de trânsito laranja, e o "cone de Boston" foi recebido pela prefeita Michelle Wu. Os jogadores escoceses podem não ter tido grande impacto em campo, mas seus torcedores certamente deixaram um legado.

Um dos momentos de maior polêmica envolveu a Argentina e a Suíça nas quartas de final, em Kansas City. O árbitro João Pinheiro inicialmente deu cartão amarelo ao argentino Leandro Paredes por uma falta em Breel Embolo. Após revisão do VAR, o árbitro mudou a decisão e puniu Embolo com cartão amarelo por simulação. Como era o segundo amarelo do jogador suíço, ele foi expulso. O treinador da Suíça, Murat Yakin, criticou a decisão, afirmando que a regra "destruiu o jogo". A Argentina venceu por 3 a 1.

O Irã enfrentou dificuldades fora de campo antes mesmo de a bola rolar. Com o conflito entre seu país e os Estados Unidos, a equipe teve sua base de treinos trocada do Arizona para o México e só pôde entrar nos EUA um dia antes de suas duas primeiras partidas, tendo que deixar o país imediatamente após os jogos. Apesar dos obstáculos, a seleção iraniana quase avançou às oitavas de final, sendo eliminada por diferença de gols após o empate entre Áustria e Argélia. O técnico Amir Ghalenoei classificou o tratamento recebido como injusto.

A Turquia, que era apontada como uma das favoritas a surpreender, decepcionou e foi eliminada ainda na fase de grupos, após perder para Austrália e Paraguai. O jovem Arda Guler lamentou o desempenho da equipe, dizendo que todos estavam tristes e chorando. Já o Egito protestou contra a arbitragem na derrota para a Argentina nas oitavas de final. O técnico Hossam Hassan reclamou de um pênalti não marcado e de um gol anulado, afirmando que não assistiria mais aos jogos do torneio.

Fora dos gramados, o pato Merlin virou mascote não oficial do México após aparecer nas comemorações da vitória sobre a África do Sul. A fama foi tanta que o animal e sua dona, Karla Gómez, foram recebidos pela presidente Claudia Sheinbaum. Por causa das regras da Fifa, Merlin não pôde assistir aos jogos no estádio. Outro destaque foi o irmão de três anos de Lamine Yamal, Keyne, que conquistou o público com suas expressões de alegria durante o torneio.

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