04/03/2026
Diário de Goiânia»Entretenimento»Hmm, o usuário quer um título jornalístico baseado em informações sobre política brasileira e incêndios. O título original menciona “Alcolumbre”, “sigilo” e “Lulinha”, e a descrição fala sobre incêndios e Lula apenas assistindo. Preciso criar algo atrae

Hmm, o usuário quer um título jornalístico baseado em informações sobre política brasileira e incêndios. O título original menciona “Alcolumbre”, “sigilo” e “Lulinha”, e a descrição fala sobre incêndios e Lula apenas assistindo. Preciso criar algo atrae

A situação não é favorável para o início da campanha de Lula à reeleição. Seu entorno demora para reconhecer os fatores negativos e agir de forma unida. O grupo carece de um coordenador com influência sobre o presidente.

O que se ouve entre auxiliares e aliados é que ele tomará as decisões no seu tempo. Enquanto isso, a CPMI do INSS vai se tornando a CPMI do Lulinha. A interlocução com o Congresso, que já era ruim, se deteriora.

A definição sobre quem fica no governo e quais serão os candidatos apoiados ocorre sem direção clara. Ontem, Lula se reuniu com quem deve compor seu palanque em São Paulo.

Tudo indica que Fernando Haddad disputará o governo. Simone Tebet deve ser a candidata ao Senado. O vice-presidente Geraldo Alckmin, que deve ser confirmado na chapa, pode atuar como coordenador da campanha.

Se confirmado, este arranjo seria o início da montagem do quadro de candidatos. Isso é importante em uma eleição que tende a ser disputada cabeça a cabeça.

A oposição está mais adiantada, como mostrou o mapa esboçado por Flávio Bolsonaro. Ainda há problemas, mas as conversas começaram há mais tempo.

O ano começou com desgaste na avaliação de Lula. Contribui para isso a impressão de que os escândalos do INSS e do Master são da alçada do Executivo.

Este é outro problema que ele e sua equipe demoram a resolver. É difícil entender por que Lula não se reúne com os presidentes da Câmara e do Senado para tentar acertar as coisas.

De pouco adianta dizer que, se o filho tiver de dar explicações, que dê. A ideia de associação da sua família a escândalos passados está presente em parte do eleitorado. Episódios como esse ativam um vírus muitas vezes latente.

Subestimar o efeito desse tipo de assunto é um amadorismo. Davi Alcolumbre já enviou recados de que está insatisfeito e quer conversar.

Não se trata de atender a mais demandas, mas não ter um diálogo constante com o comando do Legislativo pode ser fatal para um governo sem maioria.

Tudo isso faz com que o Planalto seja pego de surpresa com derrotas. Não controla nem a agenda de projetos que pretende defender na campanha.