Um ginecologista é investigado pela polícia de Goiás sob suspeita de cometer crimes sexuais contra pacientes durante atendimentos médicos. Os casos teriam ocorrido em consultórios nas cidades de Goiânia e Senador Canedo.
As investigações começaram após várias pacientes registrarem queixas na delegacia. Elas relatam que os abusos aconteciam durante a realização de exames ginecológicos e consultas de rotina.
De acordo com os depoimentos, o médico aproveitava o momento de vulnerabilidade das mulheres para praticar atos libidinosos sem o seu consentimento. As vítimas descrevem situações de constrangimento e violação durante os procedimentos.
A polícia não divulgou o nome do profissional para não atrapalhar as investigações em andamento. Ele ainda não foi ouvido pelas autoridades. O Conselho Regional de Medicina foi notificado sobre o caso e pode abrir um processo próprio para apurar a conduta do médico.
As vítimas estão recebendo assistência psicossocial. A delegada responsável pelo caso orienta que outras mulheres que possam ter passado por situações similares procurem a delegacia mais próxima para registrar uma ocorrência.
Crimes sexuais contra vulneráveis, como pacientes em situação de atendimento médico, são considerados hediondos e têm penas severas previstas na legislação brasileira. A violação da confiança depositada em um profissional de saúde agrava a situação legal do acusado.
Esse caso reacende o alerta sobre a necessidade de protocolos de segurança e acompanhamento durante consultas médicas. Especialistas em direito médico lembram que pacientes têm o direito de solicitar a presença de um acompanhante em qualquer exame ou procedimento.
