Diego Martins, que se destacou como campeão do reality show “The Masked Singer Brasil”, revelou alguns desafios que enfrentou ao interpretar a vilã Odete Roitman, do clássico “Vale Tudo”, durante a competição. A fantasia que ele usou era bastante pesada e complexa, e a expressão séria do personagem tornava a tarefa de transmitir carisma ainda mais difícil.
Em uma entrevista no programa “Mais Você”, apresentado por Ana Maria Braga, Diego compartilhou como trabalhou para dar vida a Odete e tornar a figura da vilã mais agradável ao público. Ele observou que, ao contrário de outros participantes que tinham personagens mais carismáticos, como Foguinho, de “Cobras e Lagartos”, e Sol, de “Vai na Fé”, sua personagem trazia uma expressão brava. Para superar isso, Diego se dedicou a criar uma apresentação dinâmica, utilizando movimentos corporais e interagindo com a plateia para cativar o público. “Eu dançava, brincava, abria espacate, pulava, saía correndo… Mas valeu muito a pena. Foi muito gostoso!”, afirmou ele.
Outro desafio importante foi carregar a fantasia de Odete, que exigiu algumas adaptações. Diego, que mede 1,72 m de altura, explicou que a fantasia era tão grande que precisaram cortar o pescoço da personagem para que ele pudesse ver melhor durante as apresentações. “Olha o tamanho da cabeça da Odete. Eles tiveram que cortar o pescoço dela pela metade, porque a altura do olho ficava muito acima do meu olho”, detalhou.
Durante sua participação no programa, o ex-participante Gil do Vigor perguntou a Diego se ele teria interesse em participar de outro reality show, como o “Big Brother Brasil”. Diego respondeu que teria curiosidade de viver essa experiência, mesmo reconhecendo que um confinamento poderia ser desafiador: “Talvez eu entrasse louca, mas eu tenho muita curiosidade de me ver nessas situações de confinamento. Só de você conviver com pessoas fora dessa bolha é muito interessante”, comentou.
Assim, Diego Martins falou sobre suas experiências e desafios ao longo do “The Masked Singer Brasil”, demonstrando como a performance e a adaptação podem ser fundamentais em competições desse tipo.